Quando fugimos da música
do sim
do não
os pés passearam
e a cabeça.
Sorrisos teus
entre desolhares encontrados,
calçadas desbotadas
sem assento.
Sorriso teu e minha cabeça a passear
na nossa impossibilidade
no teu veto.
Sem riso e eu
pensei voltar.
Risos e rua. Silêncio em
pensamentos meus nos teus
olhos
cabelos
no apertado aroma que em ti
respiro.
Ali, quase achei,
mas a realidade.
Depois nada mais,
nada demais,
nada.
Só movimentos frenéticos
em compassos perdidos
passados.
Depois só meia despedida,
um desencontrar-se de adeus.
Um breve ainda quero mas sei que não.