A morte desenha com seus passos sóbrios
a fria ilusão de sentidos.
Parando os olhos, céu fixo.
Doces lembranças apagadas
volitam meio ao gosto rubro,
mas a dor não é. Passos não dados
por vielas desconhecidas.
Vórtice.
Não há luz não há sombra não há nada.
Acabou.
E as palavras perdem (o) sentido.