Esqueço às vezes de correr
o que o tempo passa.
Nem sempre é dia, mas começo a pensar e sonhos.
Muitos vêm e são e vão e continuam. Mudam alguns,
mas o mesmo é sempre o mesmo. É tudo tão
sempre igual que às vezes nunca.
E o doce que provo
e adormeço
parece colorir o quem sabe só.
Por mim a água bate e pode ser. Por mim,
passo os dias e nem sinto os dias e nem sinto. Esqueço
mas não sei por que não se sabe e quem poderia?
O rio tranqüilo levou tranqüilo meu sorriso. Meu sorriso
me levou consigo. Conseguiu matar meu último rosto e satisfação.
Prazer.
Agora sinto o que nem. E brinco
que sou mas não.
Porque quando é para quando acontecer, será. E serei.