quinta-feira, dezembro 29

constantemente

Soldados me acordam
de um sonho estranho. Estou preso.
As correntes prendem minhas mãos a uma parede de tijolos.
É dia,
posso ver o sol entrando pelas
frestas da janela. Ninguém percebe,
mas já não estou ali.
Vou-me a cada suspiro.